Título: UM PAI
Link: http://youtu.be/XesQdgi0-48
Comentário: mensagem excepcional sobre princípios da filiação e paternidade. Os filhos não precisam da nossa carga genética ou terem nosso sangue, precisam da nossa alma, do nosso amor incondicional.
Lugar para escrever e compartilhar livremente os pensamentos, reflexões e aprendizados que ao longo da vida recebemos e temos o privilégio de repartir com os amigos.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
REFLEXÃO: Amai os seus inimigos
Lucas 6:35
Perdoar já é difícil, agora, fazer o bem, é "pedir demais". Assim nossa alma se debate diante deste princípio. Colocar em prática este princípio é um grande desafio, até para o mais crente!
Entretanto, devemos nos lembrar que estamos dentro dos "ingratos e maus" que, antes de tudo, foram alvo da misericórdia, graça e amor de Deus. Assim como fomos alvo Dele, agora somos usados por Ele para alcançar outros. O problema é o nosso egoísmo: queremos receber favor, mas não queremos ser favoráveis; queremos bênçãos, mas não sermos abençoadores; queremos perdão, mas temos dificuldade em perdoar; não queremos ser julgados, mas julgamos e apontamos o dedo a todo tempo.
Você já se viu cometendo erros que já condenou? Será que a intolerância e condenação de hoje não será sua sentença de amanhã? Não seria melhor estender a mão e plantar a semente do perdão para que a colheita no futuro seja favorável? O que aprendemos não foi deitar azeite na ferida ao invés de usá-la para acabar de matar?
Em Cristo,
Ricardo Rocha
terça-feira, 15 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
REFLEXÃO: Eu sou o baú da felicidade
O tesouro das possibilidades e felicidade está dentro de nós. Tudo que me é necessário para ser pleno foi depositado por Deus dentro de mim. A felicidade não precisa mais ser buscada, foi recebida. É o fim das caçadas e buscas por este tesouro nas exterioridades para nos preencher. Sou o recipiente e portador do grande tesouro prometido por Deus. Sou um baú, que carrega um grande tesouro e a felicidade plena.
Temos nos submetido a muitos riscos, frustrações e ansiedades para buscar algo passageiro e menor do que o tesouro que está em mim. A garantia do nosso futuro não está fora de nós e não depende da nossa força, competência e habilidades. É um estado de espírito que sintoniza alma, mente e coração Naquele que de fato traz segurança, nos dá a paz e revela a verdadeira felicidade.
Por que mesmo tão "entesourados" estamos nos angustiando e "gastando" a vida por outros tesouros? Por que tanta ansiedade pelo futuro se a garantia está depositada em nós? Por que tão tristes quando toda a segurança, paz e felicidade está depositada dentro de nós?
Em Cristo
Ricardo Rocha
domingo, 6 de outubro de 2013
REFLEXÃO: Bronzeamento espiritual
Deus tem um plano que está guardado em cada um de nós. Há uma imagem visível que ele quer gerar em cada ser humano que reflita aspectos de seus atributos e Ele seja revelado, visto por todos através de nós. Estas características, virtudes e pensamentos não são próprios nossos, veem de Deus, transmitidos a nós para comunicação ao mundo.
Este texto mostra como este processo é trabalhado pelo Espírito: (1)Somos iluminados, (2)Transformados, (3)Encarnamos a Luz, (4)Damos testemunho. No texto, a palavra espelho é uma alusão à forma como este reflexo se dá ao mundo: é a encarnação da luz que nos iluminou e nos transformou pela atuação do Espírito Santo. Assim, precisamos nos expor a esta luz diariamente, como se fosse um "bronzeamento espiritual"e nossa imagem tenham cada vez mais Dele.
Tenho me exposto à luz de Deus diariamente? Cultivo a disciplina em ler e meditar na Palavra? Tenho resistido as mudanças que essa luz deve operar em mim e talvez por isso vivo tanto "calor" (problemas) em minha vida (a resistência é o que esquenta o chuveiro quando a luz passa)?
Em Cristo,
Ricardo Rocha
sábado, 21 de setembro de 2013
Pensamento
"Motivar é descobrir a possibilidade a ser explorada e não a falta a ser preenchida." - Ricardo Rocha
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
Pensamento
Criatividade: soluções inteligentes para problemas que não deveriam existir ou simplificar as coisas de forma que os problemas desapareçam? - Ricardo Rocha
Renovo do Senhor
"Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão." Isaías 40:31
O cansaço tem assaltado diariamente centenas de pessoas e, o sentimento é que temos drenados de nós o vigor, ânimo, criatividade. A rotina é pesada e as demandas parecem que não têm fim. Quando parece que as coisas vão acalmar, sempre um fato novo para nos demandar. Esperar é algo quase impossível. Não temos tempo nem para respirar direito!
Neste texto vemos que o autor orienta a depositarmos nossa confiança e esperança no Senhor. Para isso, precisamos nos inspirar Nele. Não é "largar" de forma irresponsável, mas buscá-lo conscientemente e permitir que a Sua inspiração e orientação guie as nossas atitudes, expectativas e ações. Pode ser que concluamos que muito da nossa rotina ou da forma "sozinha"que temos agido, são os drenos das nossas forças, estando desalinhadas com Ele, e nos fazendo cansar.
O que fazemos, foi Deus que nos direcionou a fazer? O que estamos fazendo é fruto de uma inspiração Dele? Estamos cansados de fazer o que nosso ou que é de Deus? Será que não estamos cansados porque estamos agindo sozinhos? Pedimos conselhos aos amigos sobre nossa forma de agir e lidar com a rotina?
Em Cristo
Ricardo Rocha
O cansaço tem assaltado diariamente centenas de pessoas e, o sentimento é que temos drenados de nós o vigor, ânimo, criatividade. A rotina é pesada e as demandas parecem que não têm fim. Quando parece que as coisas vão acalmar, sempre um fato novo para nos demandar. Esperar é algo quase impossível. Não temos tempo nem para respirar direito!
Neste texto vemos que o autor orienta a depositarmos nossa confiança e esperança no Senhor. Para isso, precisamos nos inspirar Nele. Não é "largar" de forma irresponsável, mas buscá-lo conscientemente e permitir que a Sua inspiração e orientação guie as nossas atitudes, expectativas e ações. Pode ser que concluamos que muito da nossa rotina ou da forma "sozinha"que temos agido, são os drenos das nossas forças, estando desalinhadas com Ele, e nos fazendo cansar.
O que fazemos, foi Deus que nos direcionou a fazer? O que estamos fazendo é fruto de uma inspiração Dele? Estamos cansados de fazer o que nosso ou que é de Deus? Será que não estamos cansados porque estamos agindo sozinhos? Pedimos conselhos aos amigos sobre nossa forma de agir e lidar com a rotina?
Em Cristo
Ricardo Rocha
sábado, 14 de setembro de 2013
Minha boca, minha realidade
"Encha-se a minha boca do teu louvor e da tua glória todo o dia." - Salmos 71:8 (ARC)
Nossa boca é uma fonte da qual brotam palavras que afetam tudo que está à nossa volta. Esta interação ou afetação se contrói a partir dos atributos, formas e intensidade que declaramos em nossas palavras e "descarregamos" sobre o ambiente externo, sejam pessoas ou situações, atribuindo a estes a esta percepção e internalizando na nossa alma e pensamentos a resultante daquilo que expressamos. A realidade externa provavelmente sempre é a mesma, mas a realidade da alma, mente e espírito absorverá e assimilará a construção, percepção e nova forma daquilo que declaramos. É um processo natural de conceituação e percepção da realidade.
Diante disto o salmista declara que deseja que em sua boa estejam apenas as Palavras que expressem o louvor e glória de Deus, para que a realidade interna e externa sejam construídas e entendidas segundo a inspiração do Espirito Santo.
Diante de uma situação difícil, quais palavras temos declarado? Ao me deparar com um problema, afogo minha alma e o exterior com palavras amargas ou busco lucidez e inspiração para resolvê-lo? Minhas boca é fonte do louvor e glória de Deus?
Em Cristo
Ricardo Rocha
Nossa boca é uma fonte da qual brotam palavras que afetam tudo que está à nossa volta. Esta interação ou afetação se contrói a partir dos atributos, formas e intensidade que declaramos em nossas palavras e "descarregamos" sobre o ambiente externo, sejam pessoas ou situações, atribuindo a estes a esta percepção e internalizando na nossa alma e pensamentos a resultante daquilo que expressamos. A realidade externa provavelmente sempre é a mesma, mas a realidade da alma, mente e espírito absorverá e assimilará a construção, percepção e nova forma daquilo que declaramos. É um processo natural de conceituação e percepção da realidade.
Diante disto o salmista declara que deseja que em sua boa estejam apenas as Palavras que expressem o louvor e glória de Deus, para que a realidade interna e externa sejam construídas e entendidas segundo a inspiração do Espirito Santo.
Diante de uma situação difícil, quais palavras temos declarado? Ao me deparar com um problema, afogo minha alma e o exterior com palavras amargas ou busco lucidez e inspiração para resolvê-lo? Minhas boca é fonte do louvor e glória de Deus?
Em Cristo
Ricardo Rocha
sábado, 7 de setembro de 2013
Pensamento
"Há grandes homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes." Gilbert Keith Chesterton
REFLEXÃO: Perdão antecipado
"Deus não rejeitou o seu povo, o qual de antemão conheceu." Romanos 11:2
Neste texto aprendemos uma caraterística do estado de espírito de Deus: total desarmamento. Uma vez que Deus conhecia seu povo de antemão, não foram geradas expectativas que não poderiam se cumprir e não há possibilidade de frustração. Antes, sabendo a verdade a respeito deles, Ele os perdoou de forma antecipada e os suportou em todos os seus pecados e distorções.
Sabendo que somos humanos; conhecemos nossas falhas, dificuldades, pecados e distorções. Sabemos que o próximo é tão humano quanto nós e portanto já o conhecemos de antemão. Ele vai errar, escorregar, pisar na bola, assim como eu e você. Assim, devemos encarar o relacionamento certos que teremos que perdoar. Portanto o façamos antecipadamente. Portemos o perdão no coração antes de encarar o "desvio" e estaremos desarmados para superá-lo.
Temos perdoado nossos devedores assim como o Pai nos perdoou, antecipadamente? Sou um "banco" de perdão onde todos têm crédito de sobra? Encaro os problemas com meu próximo totalmente desarmado? Culpar ou perdoar, qual minha atitude diante de um erro do próximo?
Em Cristo
Ricardo Rocha
Neste texto aprendemos uma caraterística do estado de espírito de Deus: total desarmamento. Uma vez que Deus conhecia seu povo de antemão, não foram geradas expectativas que não poderiam se cumprir e não há possibilidade de frustração. Antes, sabendo a verdade a respeito deles, Ele os perdoou de forma antecipada e os suportou em todos os seus pecados e distorções.
Sabendo que somos humanos; conhecemos nossas falhas, dificuldades, pecados e distorções. Sabemos que o próximo é tão humano quanto nós e portanto já o conhecemos de antemão. Ele vai errar, escorregar, pisar na bola, assim como eu e você. Assim, devemos encarar o relacionamento certos que teremos que perdoar. Portanto o façamos antecipadamente. Portemos o perdão no coração antes de encarar o "desvio" e estaremos desarmados para superá-lo.
Temos perdoado nossos devedores assim como o Pai nos perdoou, antecipadamente? Sou um "banco" de perdão onde todos têm crédito de sobra? Encaro os problemas com meu próximo totalmente desarmado? Culpar ou perdoar, qual minha atitude diante de um erro do próximo?
Em Cristo
Ricardo Rocha
terça-feira, 30 de julho de 2013
REFLEXÃO: A colheita chegará
"E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé". Gálatas 6:9-10
Em alguns momentos da vida, ao olharmos para o campo que estamos semeando, pensamos que a semente está demorando a vingar, que a seca virá e destruirá a plantação, a escassez chegará e nos deixará sem provisão e no final não teremos resultado algum diante de tanto esforço e trabalho em uma campo.
Entretanto, é promessa de Deus que o dia da colheita chegará. Ficamos ansiosos olhando para o campo e buscando evidências naturais que "deu ou vai dar certo" e deixamos que nosso coração confie na força do nosso trabalho e não na promessa. É Ele quem dá a vida à toda semente. Ele que fará germinar e crescer tudo que plantamos e por isso não devemos perder a esperança e virar as costas para o campo. É promessa que colheremos, no tempo certo.
Temos confiado que Deus fará nossas sementes gerarem frutos ou apenas no nosso trabalho? Dependemos Dele para gerar nossa sustentação? Temos plantado em favor de nossa família? Aceitamos que a colheita vem no tempo Dele?
Em Cristo,
Ricardo Rocha
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
REFLEXÃO: Consagração - Compromisso
TEXTO: 1 João 3: 1-18
NOSSO CONTEXTO
O mundo vive a era do individualismo, onde a minha necessidade, satisfação e objetivos vem em primeiro lugar, mesmo que isso signifique passar por cima ou excluir uma pessoa. O culto ao prazer (hedonismo) exacerba o individualismo e encuca nas pessoas um sendo de proteção daquilo que é seu e o pior, um sentimento de prejuízo quando ao que é seu (tempo, recursos, talentos) não é revertido em algum tipo de benefício para ele.
Não bastante, o mundo, ainda mergulha as pessoas no mar da insaciabilidade, criando consumidores compulsivos que nunca sentem-se completos.
Quais os efeitos colaterais deste espírito?
1. Individualismo: as pessoas só têm compromisso consigo
2. Relacionamentos frágeis: só dura enquanto for bom para mim
3. Desrespeito ao próximo: meus objetivos e necessidade são mais importantes
4. Medo da morte: medo de perder, de ficar no prejuízo, de levar desaforo para casa
5. Solidão: pessoas dão trabalho e consomem tempo, então sozinho chego mais rápido
COMO DEUS AGE
1. Coletividade: Deus nos adota como filhos e comunica sem reversas as suas virtudes a todos. Agora carregamos em nosso nome o sobrenome “de Deus”. Ele nos marca e comunica vida a todos nós. Somos agora conhecidos pelo nome de Deus. Somos parte um do outro.
2. Relacionamento consolidado: O compromisso de Deus é tão profundo e sua comunicação de virtudes tão completa que Ele mesmo afirma que “não cometemos mais pecado” (verso 09). Isso significa que naquilo que depende Dele, não há mais separação. É assim que Ele nos vê, pois nascemos Dele. Separação não é uma opção para Deus.
3. Amor ao próximo: o próximo faz parte dos nossos objetivos e vida. Para se ter sucesso, não basta que eu alcance os meus objetivos, é necessário que o próximo seja alcançado, socorrido e, se caído, levantado. Ninguém fica pelo caminho.
4. Alegria de viver: consciência que toda a virtude, vida, paz, alegria e amor nos foi comunicado. Tudo que precisamos neste mundo está garantido por Deus. Qualquer medida que de mim for repartida não deixará lacuna ou falta, pois Deus está em nós. Diante de oportunidades que representam desafios, o cristão não ataca nem defende; apenas ama.
5. Comunhão: somos todos parte uns dos outros. Só chego lá se o meu próximo está comigo e em mim. Mais importante do que estar perto é estar ligado, entranhado ao próximo. A comunhão não é apenas ter as coisas em comum, é não se enxergar mais como um.
QUESTIONAMENTOS
1. Por que temos resistência em dar a nossa vida pelo irmão?
Porque pensamos que de alguma forma está sendo subtraído de nós. Pensamos em oferta como subtração e não como adição de vida.
Porque pensamos que de alguma forma está sendo subtraído de nós. Pensamos em oferta como subtração e não como adição de vida.
2. O que significa dar a vida?
Muitas vezes pensamos que significa morrer pelos nossos irmãos; abrir mão dos nossos sonhos, das alegrias e nosso tempo. De fato, dar a vida assassina o individualismo, mas tem o significado mais de “viver” pelo meu irmão do morrer. Isso significa, incluí-lo em nossas alegrias e comunicar a ele as virtudes.
Muitas vezes pensamos que significa morrer pelos nossos irmãos; abrir mão dos nossos sonhos, das alegrias e nosso tempo. De fato, dar a vida assassina o individualismo, mas tem o significado mais de “viver” pelo meu irmão do morrer. Isso significa, incluí-lo em nossas alegrias e comunicar a ele as virtudes.
3. Como lidamos com as pessoas que demandam de nós?
4. Onde temos investido nossos recursos (dinheiro, tempo, dons, virtudes)?
5. Quais os nomes das pessoas marcadas por você?
Em Cristo,
Ricardo Rocha
REFLEXÃO: Não estamos a deriva
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6
Propósito e significado são os entendimentos que todos buscamos para nossas vidas. Aquilo que fazemos, perseguimos, temos e somos não faz sentindo algum se não descobrirmo os seus propósitos e significados.
Quando não temos este entendimento, o sentimento que aflige nossa alma é que estamos a deriva no universo; a vida é um grande mar e nós somos um barco a navegar sem perspectiva de origem e destino.
Este trecho da Palavra de Deus apresenta Cristo como aquele que traz o entendimento pleno de propósito e significado para nossa vida, seja em nosso dia-a-dia ou em nossa convivência cósmica. Esta Palavra nos dá clareza em saber onde estamos firmados e lucidez para discernir o Caminho a ser percorrido. Não estamos a deriva, mas no Caminho preparado pelo próprio Deus. Assim, propósito e significado são discernidos diretamente Daquele que criou tudo e todos . Para isso, é necessário estamos firmados no
Algumas vezes em nossa vida, paramos para avaliar o caminho percorrido e planejar os próximos passos. Qual caminho nos inspira? O Caminho de Deus ou o caminho dos homens? O que estamos fazendo é segundo a orientação do Pai? O objetivo que almejamos alcançar foi inspirado por Ele? Quem define os rumos da nossa vida? Com quem tomamos conselho para as decisões da nossa vida?
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO: Sou justificado e ponto!
"Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica."Romanos 8:33
Em dias difíceis, nos quais enfrentamos pressões e palavras lançadas contra nós, contra nosso trabalho ou contra nossa disposição, esta Palavra conforta nosso coração.
Muitas vezes, confortamos o coração porque entendemos que esta Palavra quer dizer que Deus tomará alguma atitude frente a situação que está nos afligindo e mostrará para todos os "acusadores" a "verdade", nossa verdade. Entretanto, temos que lembrar que o Pai já fez toda a obra e tudo por nós e, que a justificação é uma obra conclusa. Não há mais ninguém para justificar ou tornar justo. O Pai já fez tudo.
Diante disso, se pensamos que Deus ainda tem que fazer alguma coisa, é porque não temos a consciência que somos justificados. O grande desafio não é convencer os outros, mas ter a consciência plena que somos justos e justificados pelo Pai e, através deste testemunho, iluminar o entendimento dos "acusadores" com a Verdade.
Quando alguém diz algo a seu respeito que não é verdade, você fica em paz? Fofocas a seu respeito angustiam seu coração? O falso testemunho de alguém provoca reações que você se arrepende depois?
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO: A tribulação entendida como oportunidade
"E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança, a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." Romanos 5: 3-5
Muitos vezes oramos a Deus pedindo que Ele cumpra a Sua obra em nossas vidas, que mude aquilo que precisa ser mudado, que nos dê mais paciência, mais amor, mais compreensão e que remova de nós a dúvida, a incredulidade, e tudo aquilo que nos impede de amadurecer espiritualmente.
Neste texto, Paulo fala de uma mudança em nosso entendimento a respeito das tribulações, apresentando a pedagogia do Pai para nos ensinar e desenvolver em nós Seus atributos, utilizando-se de questões da vida.
Assim, quando pedimos paciência, o ensinamento vem de uma situação onde devemos exercer paciência e manifestar o domínio próprio. Quando pedimos para conseguirmos perdoar mais, muitas situações contrária surgem para o exercício do perdão e manifestação da misericórdia de Deus. Ele está nos educando, e desenvolvendo em nós Suas características. Foi para isso que fomos comissionados: para testemunhar as pessoas, sermos a encarnação Dele no cotidiano delas e, de dentro das situações da vida diária, manifestar Sua graça.
Vivendo como Cristãos, seremos desafiados todos os dias pelo Pai, para que amadureçamos e caminhemos para a estatura de Cristo. Os nossos pontos fracos serão exatamente aqueles que serão exercitados e, pela graça Dele, corrigidos, ajustados, transformados e curados.
Estamos passando por uma situação difícil? O que o Pai está nos ensinando? O Ele quer comunicar a nós e àqueles próximos? Olhar para dentro e examinar nossa alma, com certeza ajudará neste processo. Devemos facilitar as coisas e deixar o orgulho de lado, pois Pai educa seus filhos e não desistirá de nós.
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO: O Senhor é o meu pastor? Então...
SALMO 23
- O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
- Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
- Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
- Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
- Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
- Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.
NOSSO CONTEXTO
Vivemos em uma sociedade capitalista de consumo. O estímulo ao consumo e a inovação em criar necessidades é o motor deste sistema. Todas as coisas são para consumo: bens, serviços, conhecimento, pessoas, relações, tendências, igreja, Deus, etc. A necessidade sistêmica em criar necessidade no indivíduo, tem massacrado suas vidas e os subvertido a uma ciranda infantil em buscar satisfação das necessidades não reais, pois estas não fazem parte da sua naturalidade; são criadas pelo próprio sistema.
As pessoas passam suas vidas perseguindo aquilo que programaram em suas mentes e vivem os conflitos, angustias desesperos e problemas que não deveriam estar ali, mas que foram recebidos juntamente com o pacote do consumismo.
Assim, Deus também virou uma commodity, e toda a Sua Palavra é lida e interpretada como ferramenta para que as pessoas alcancem seus objetivos e saciem suas necessidades. Muitas vezes, quando lemos textos desta natureza, nos apropriamos dele na perspectiva de responder as angústias da nossa alma e colocamos Deus na parede frente ao desafio segundo nossa expectativa.
O SALMO
- Verso 01: É a conclusão de um homem que conhece e experimentou as transformações realizadas pelo seu Senhor e, após enfrentado os desafios, entende que está completo.
- Verso 02: É a infância da nossa jornada. É nossa primeira visão a Seu respeito e da vida com Ele.
- Verso 03: É o preparativo para a caminhada e o desafio para amadurecer. Por que devemos amadurecer? Por que este é o fluxo natural de todas as coisas.
- Verso 04: É o enfrentamento dos desafios, das nossas sombras e das ameaças. É encontrar solidez e exercitar nossa fé. É a oportunidade de consolidar o conhecimento através de uma experiência e atingir a maturidade. Cada pessoa tem o seu desafio e seu “timing” para atravessar este vale. É necessário que sejam respeitadas nas suas limitações, mesmo que os problemas sejam de fácil solução para nós; e no tempo, mesmo que estejamos com pressa.
- Verso 05: É o lugar onde aprendemos, sentados à mesa com o Pai. Os inimigos não estão sentados, apenas presentes. Através daquilo que aprendemos com o Pai os enfrentamos pela renovação do entendimento, em que a unção de Deus sobre a minha mente, me completa, de forma a transbordar e, entendo que aquilo que preciso, não está mais fora de mim.
Menos necessidades, menos inimigos, mais paz.
Uma coisa interessante é que o homem de Deus faz guerra não é quando se levanta para combater, mas quando se assenta para o ouvir o Pai. Como está o combate aos inimigos da nossa casa? Temos nos assentado a mesa para formar um conselho para o combate. - Verso 06: Bondade e misericórdia são o legado, a herança daqueles para que têm este Senhor como seu pastor. Suas necessidade, agora em ordem, pela fé, são e serão supridas pelo Pai, de tal forma que sua mão está sempre estendida para ajudar os outros.
O QUE APRENDEMOS
- A jornada cristã é para o amadurecimento.
- Somos desafiados a vencer nossas angústia pela renovação do nosso entendimento, questionando se a origem da angústia é genuína e uma vez sendo, exercer a fé para vencê-la.
- Desafios são caminhos para o amadurecimento.
- A mesa é o lugar onde o Pai fala com seus filhos.
- Despir-se das necessidades criadas minimiza as angústias da alma.
O QUE APRENDEMOS
Quando o Senhor é o meu Pastor, nada me faltará, pois aprendo o que de fato preciso e, que tudo aquilo que preciso, Ele já me deu. Quando o Senhor não é o meu pastor, vivo angustiado correndo atrás daquilo que penso que preciso, assombrado pelas sombras do fracasso e da morte. O Senhor é o seu pastor? Então...
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO: Deus cuida de mim. Eu cuido de...
"Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;" Filipenses 2:4-7
Nosso coração é cheio de expectativas e planos para a vida. Trabalhamos arduamente para conquistar nossos sonhos e muitas vezes nos frustramos quando não conseguimos ou os conquistamos parcialmente. Neste caminho, sempre oramos ao Pai, para que Ele cuide dos nossos interesses, e trabalhe a nosso favor.
A verdade explicita e revelada através do evangelho é que Cristo já fez tudo por nós. Não há obra parcial ou incompleta realizada por Ele. Já foi feito e nos dados tudo aquilo que nos é necessário para a vida e cumprimento do propósito Dele em nós e através de nós. Diante disso, a parcialidade ou não alcance de um alvo pode, de maneira discreta, nos dizer que estamos no caminho errado ou que esta era a medida Dele para nós.
Diante disso, se o cuidado de Deus é a nosso favor, somos desafiados a mesma atitude para com o próximo. Se temos alguém que já cuidou de nós, estamos livres para cuidar dos outros. A questão é que, em muitos casos, não cremos de fato nisso, pois as atitudes são de cuidado com nossa própria vida ou de orgulho em não se rebaixar até aquele que precisa de nós.
Quais os nossos motivos de oração (conversa) com Deus? Quais são nossas ações em favor daqueles que estão próximos de nós? Quais os nomes das pessoas que eu cuido?
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO - Verdade encarnada e não "discurssada"
"E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos." Tiago 1:22
Este trecho da Palavra de Deus me faz refletir na coerência da nossa vida com as revelações que o Pai já trouxe ao nosso entendimento. Tiago exorta os irmão a respeito de algo que subverte a revelação de Deus em nós e através de nós, que é o orgulho e a vaidade.
Revelar a graça e o amor de Deus vai muito além da frequência impecável aos cultos, dos discursos inflamados com coesão perfeita, de centenas de versículos decorados, das subidas e decidas a montes santos ou práticas que de alguma forma padronizaram a aparência da santidade.
Segundo o texto, a revelação é uma atitude dos filhos de Deus, que cientes da Palavra do Pai, a recebem com humildade em seus corações, enchem-se de misericórdia pelo próximo, e agora dão o bom testemunho deste amor e suas vidas para viverem a verdade encarnada . Tiago nos convida a um exercício em nosso cotidiano, nas relações nucleares e situações da vida, onde o que ouvimos e discursamos torna-se poderoso através da sua concreção.
As revelações que temos de Deus são verdades encarnadas em nossa rotina? Nosso próximo (conjuge, filhos, amigos, vizinho, etc.) tem contato com uma realidade encarnada da Palavra ou apenas com as palavras da Palavra?
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO - Conselhos para a glória
"Guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás na glória". - Salmo 73: 24
Em nossa jornada da vida, nos deparamos com muitas decisões a serem tomadas. Estas decisões trazem um sentimento que estamos constantemente diante de encruzilhadas, tendo que decidir qual caminho tomar.
Muitas vezes seguimos por caminhos, cujos conselhos para a decisão, foram tomados daqueles que não têm compromisso conosco ou foram baseados na pressão pelo sucesso, na vaidade do coração, na praxe da sociedade ou orgulho em não estar errado. Muitas vezes não tomamos conselho com Deus ou com os irmãos pelo orgulho em não expor a nossa fragilidade.
A verdade é que há apenas um caminho. Imagine que você estivesse neste momento diante de uma encruzilhada. Nosso Pai sabe qual a direção, ou seja, o caminho a ser tomado, de tal forma que, para Ele, não existe encruzilhada, apenas um único caminho, uma única reta, a ser percorrida, de tal forma que o seu final é a glória.
Onde temos buscado conselho? Quais os parâmetros consideramos em nossas decisões? Ao dar conselhos, ouvimos Deus ou na nossa própria sabedoria? Ouvimos e compartilhamos nossas dúvidas com os irmãos para tomarmos conselho?
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO - Agentes da liberdade
"Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade." 2 Coríntios 3:17
A Palavra do Senhor diz que somos templo do Espírito Santo, a sua habitação. Antigamente, para encontrarmos com Deus, eram necessários sacrifícios e uma visita ao templo. Hoje, através do sacrifício definitivo de Cristo na cruz, fomos feitos esta habitação.
Diante disso, como as pessoas se encontram com Deus? Onde podem encontrar o Espírito Santo?
A resposta é bastante simples: encontrando-se comigo.
Entretanto, embora a resposta seja simples, muitas vezes não temos sido estes agentes de Deus, que promovem a paz através da manifestação do Espírito Santo em nosso testemunho de vida. Algumas vezes, ao invés de estabelecermos a liberdade, somos aqueles que escravizam e afastam as pessoas de Deus. Quando fazemos isso? Não apenas quando agimos contrário a Palavra, mentindo, roubando, trapaceando, enganando; mas quando deixamos de comunicar o Espírito de Deus que em nós habita.
Você é um agente da liberdade? As pessoas sentem alegria e alívio com sua presença? O seu testemunho é coerente com o Espírito que habita você?
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO - Onde temos investido nosso tempo e talento?
"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura." Isaías 55:2
Este trecho da Palavra de Deus nos faz refletir a respeito do destino do nossos esforços e investimento do nosso tempo. Em muitos caso, o dinheiro ganho, resultado do trabalho, é mais que suficiente para suprir as necessidades da família. Diante disso, investimos este recurso excedente, na aquisição de produtos ou serviços secundários, de forma a satisfazer nossa alma, muitas vezes adoecida pelo consumismo.
Passamos a demandar mais do que aquilo que é realmente necessário e, como conseqüência, a trabalhar mais, buscar melhor qualificação, arriscar em nossas atividades; tudo para ganhar mais. Entretanto, o mais interessante é: o necessário sempre esteve em nossa mão.
Não faço apologia ao voto de pobreza, mas de um propósito que vá além da nossa cobiça e vaidade. Trabalhar muito para levantar pessoas que estão caídas, levar o suprimento ao necessitado, vestes aos que estão nús é bíblicos e sempre está apontado para o próximo.
Qual o propósito do seu trabalho? Onde você tem investido seu tempo? Com quem você tem gasto o fruto do seu trabalho?
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO - Seja fiel até a morte
"E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu: Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás. Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte." Apocalipse 2:8-11 (JFA)
Este texto é parte da revelação que o apóstolo João recebeu e registrou no livro de Apocalipse. Esmirna é uma das sete igrejas da Ásia e historicamente e vista com uma das primeiras cidades em que cristão foram martirizados. A parte do texto que fala sobre fidelidade e morte, se cumpriu muitas vezes na vida dos cristãos de Esmirna.
Diante do texto e do breve relato sobre Esmirna, aprendemos alguma atitudes e consciência que levam o cristão ao cumprimento pleno da sua carreira:
1. Posicionamento Invariante
Muitas vezes os cristãos, pressionados pelas situações, pessoas ou necessidades, abre mão dos seus princípios e valores para que não venha a sofre o dado ou algum tipo de prejuízo. Em coisas simples como subornar um agente de trânsito, roubar uma caneta, abusar no banho na casa do amigo ou questões mais complicadas, como ceder diante um adultério, sonegação fiscal e falso testemunho contra outros.
Esta Palavra nos orienta a sermos fiéis e nos mantermos firmes diante das propostas e tentações que venhamos a sofrer. Não importa a situação, o nosso Pai já nos deu a maior de todas as bênção e ainda que tenhamos alguns problemas ao longo do caminho, estamos certos que já vencemos.
2. Fé - Convicção pela consciência
Para enfrentar as dificuldades do dia-a-dia é preciso conhecer a Deus e a partir daí termos a revelação de quem nós somos e quais as Palavras a nosso respeito. Esse conhecimento e esta convicção gera em nós a fé, que vai além do acreditar. É a convicção plena e inequívoca do cumprimento da Palavra de Deus em nossas vidas.
Essa convicção nos faz dizer não e sim quando estes são próprios a cada situação. Somos guiado não mais pelas nossas necessidades e pressões, mas pela inspiração do Espírito Santo.
3. Gratidão
Devemos ser gratos ao Pai pela graça já alcançada em Cristo Jesus. Precisamos nos lembrar quem somos sem a ação de Cristo em nossas vidas. Muitas vezes, quando estamos um pouco melhores, baixamos a guarda e flexibilizamos a consciência, cometendo atos avessos a vontade de Deus.
Ser grato ao Pai e ter um coração pronto para a dificuldade ou para a bonança, e poder enfrentá-las sem apostatar da fé ou ao atingir o ápice, não folgar flexibilizando os valores e a consciência.
4. Paz
Sabemos qual é o nosso destino e quem garante que vamos chegar lá. Sabemos quem é aquele que nos levanta, corrige, instrui e acompanha. A Palavra diz que Sua vida foi para nos salvar. Assim, não há dúvida que Ele nos fará completar a carreira que está proposta. Não depende de nós, pois já está feito. Diante disso, não precisamos temer o prejuízo, a vergonha ou o que dizem a nosso respeito. O que de fato é importante sobre nós e que é relevante já foi dito e garantido por Deus.
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO - Firmes na liberdade de Cristo
"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
Um dos aspectos da liberdade para a qual Cristo nos transportou foi a liberdade da vaidade. Muitas vezes movemos nossa vida guiados pela necessidades criadas por campanhas de marketing que dizem que devemos ter para ser. Esta orientação, na verdade, é o que nos cega, fazendo com que caminhemos com os olhos vendados, perseguindo algo que outra pessoa diz que é bom, mas que em nada revela o espírito de Cristo.
Muitas vezes estamos ostentando em nossas vidas coisas que são mais necessárias para que um filho de Deus viva plenamente. Outras vezes escondemos fatos, situações ou problemas pelo orgulho de não ter sua "imagem" prejudicada diante dos outros.
Em qualquer situação, bem ou mal, Cristo nos libertou da vaidade. Não precisamos mais consumir nossas energias buscando "toféus" para exibir para os outros e ganharmos seus aplausos ou esconder nossas fragilidades, para que não sejamos mal vistos.
Para sermos livres da vaidade, é necessário olharmos para a cruz de Cristo e reconhecermos nossa condição: sem a graça de Deus não somos nada e nada faz sentido.
Não nos coloquemos novamente debaixo do julgo e da opressão da vaidade. Sejamos livres dela e para relacionar com nossos irmãos, abrindo nossa vida, compartilhando as dificuldades e sendo curados naquilo que o Pai está fazendo em nossas vidas.
Em Cristo
Ricardo Rocha
REFLEXÃO - Paciência e Tolerância
“Sede pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia.” Tiago 5:7
Há algum tempo tenho observado o quanto as pessoas estão impacientes quanto ao tempo que os processos da vida levam para acontecerem e o quanto estão intolerantes em relação às dificuldades, problemas e equívocos que outros venham a cometer em seu desfavor. Nesta reflexão, quero me ater apenas ao ambiente familiar, na relação com o cônjuge e educação dos filhos.
Muitas vezes os pais não têm paciência para educar os filhos utilizando um dos ingredientes mais importantes: tempo. São tantos compromissos, atividades, trabalhos e aspirações pessoais que não há tempo para repassar um processo que não foi aprendido por completo ou para corrigir erros que aconteçam no percurso. As crianças têm que aprender logo de primeira, pois não há tempo para uma segunda oportunidade. Quando erram são punidas e não instruídas. São quase sempre ditos os “nãos”, e quase nunca as explicações e demonstrações do modelo. Não se pega na mão para ensinar a desenhar, apenas aponta-se os erros ou menciona-se o ideal. O ambiente não é seguro para o erro e instrução. Quando acontece, a criança tenta esconder para não ser punida ou envergonhada. Com o tempo, esta postura, forma pessoas impacientes, intolerantes e doentes. Passam a cobrar de si mesmas uma excelência utópica, que nas as permitem serem humanas e a cometerem equívocos. Errar é proibido; errar é um erro.
Com o cônjuge, espera-se uma relação que não atrapalhe os planos de vida ou que tome tempo além do programado. Se isto começa a acontecer, e percebe-se que o trabalho e tempo para ajudar o outro é grande, chegou a hora de trocar de cônjuge. Parece um pouco extremado escrito desta forma, mas esta é a síntese de como as pessoas tem se comprometido umas com as outras. Quantas vezes já ouvi a expressão “se não der certo, separa” da boca de pessoas que estão para casarem. Começam a relação com uma válvula de escape. Se sair fora do planejado ou da expectativa criada, simplesmente trocam-se as pessoas. Não há espaço para tolerância e tempo para investir no suporte ao outro naquilo que são suas fragilidades. Conseqüentemente as pessoas acabam se escondendo umas das outras, pois é impossível ser humano e não ter fragilidades, incongruências, TPM, gripe e outros.
Será que temos esperado e cuidado das pessoas que amamos, respeitando suas fragilidades e o tempo que os processos levam para amadurecem em suas vidas segundo as suas possibilidades, e não segundo a nossa expectativa e capacidade? Será que estamos exigindo dos outros, aquilo que está além das suas forças, mas que para nós é algo natural?
Reflita no texto de Tiago, pois ele fala sobre paciência e processos, compostos por etapas. Veja as situações descritas e pense nas pessoas que Deus colocou no seu caminho. Somos agentes da paciência ou impaciência? Somos lembrados por alguém que se sabe seguro para ser instruído no seu erro por nós ou pela rispidez e intolerância obrigando-as a esconderem?
Deus o abençoe e o leve além das raias desta reflexão.
Em Cristo,
Ricardo Rocha
REFLEXÃO: Pedidos sem resposta
"Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres" Tiago 4:3 (NVI)
Muitos ensinamentos religiosos da atualidade dizem que devemos apresentar a Deus nossos pedidos com o máximo de detalhes possível, mostrando que estamos convictos. Além disso, devemos "pagar o preço" em oração, jejum, campanhas e devocionais para alcançá-las.
Neste verso, Tiago nos adverte que muitos pedidos não são atendidos porque estamos pedindo para usufruto pessoal, esquecendo que a benção de Deus tem um propósito que nasce da vontade Dele e não em em nós, da nossa vontade. Não somos melhores que Deus quando pensamos em bênçãos. Ele certamente, ao pensar em abençoar seus filhos é muito mais eficaz em nos aquilo que realmente nos abençoará e produzirá em nós frutos que permaneçam. Assim, é melhor deixar nossas listas de lado e confiar Nele, pois certamente serão bênção muito melhores do que conseguimos descrever ou pedir.
Meus alvos de oração são de acordo com a minha vontade ou segundo a de Deus? A benção que quero é apenas para meu gozo? Antes de pedir algo, busco o entendimento de cumprimento de propósito em Deus daquilo que peço? Meus alvos incluem questões apenas a meu respeito ou incluem o próximo?
Em Cristo,
Ricardo Rocha
terça-feira, 23 de abril de 2013
REFLEXÃO: O risco do "parece que é"
"Sejam sóbrios e vigiem. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar." 1 Pedro 5:8 (NVI)
Dado a quantidade de demandas e estímulos que estamos imersos, focar atenção e investir tempo é algo que não temos muita disponibilidade . Tudo tem que ser rápido e objetivo. Não podemos gastar muito tempo com apenas 01 item do dia-a-dia, senão os outros ficam para trás e acumulam. Neste sentido, fazemos a leitura das demandas e estímulos de forma rápida, trabalhamos com aquilo "que parece ser", e baseado na percepção respondemos ou agimos. Um exemplo: quem nunca saltou algumas linhas em um e-mail mais longo e respondeu baseado naquilo que "percebeu"? Quem nunca interrompeu a fala de uma pessoal, dizendo que já sabia o que ela ia dizer? Não podemos investir muito tempo pensando, temos que responder.
Neste texto Pedro nos adverte dos enganos daquilo que parece ser. O inimigo está ao redor e se faz comportar como o mestre (Cristo), o verdadeiro leão (Leão de Judá). Se não dedicarmos atenção para agir sobriamente, mas responder apenas instintivamente baseado no "parece que é, não tenho muito tempo", corremos o risco de sermos confundidos e devorados pelo engano. Responder e agir rápido pode parecer eficiente, mas pode se tornar ineficaz.
Tenho dedicado atenção e alcançado sobriedade ao decidir sobre as demandas e estímulos da vida? A sobriedade é marca do meu modo de agir na tomada de decisões? Quem conversa comigo, têm convicção que é ouvido e não apenas escutado?
Em Cristo
Ricardo Rocha
Pensamento
"Responder e agir rápido pode parecer eficiente, mas pode se tornar ineficaz" - Ricardo Rocha
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